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Do diretor Adam
McKay, com os atores Christian Bale, Steve Carell, Ryan Gosling, Marisa Tomei
e Brad Pitt,
O filme trata-se dos
precedentes da crise norte-americana em 2008 e que afetou o mundo inteiro,
mais conhecido como a “bolha imobiliária”. Para quem não entende muito de
economia – como é o meu caso – fica difícil a compreensão de termos como
“CDA”, título bancários, “SDS sintéticos”, e tantos outros termos que são
citados no filme. Mas deu para perceber que a “bolha” estourou devido a
inadimplência das pessoas que compravam as casas e não pagavam. No filme tem
um exemplo de uma pessoa que tinha cinco hipotecas (três casas e dois apartamentos)
e não pagava nada! Muitos americanos pegavam empréstimos para compra das
casas e não lhes eram solicitados comprovantes de renda. Nossa! Realmente uma
“bolha” dessa tinha que estourar.
Com relação aos
atores, é espetacular a interpretação de Christian
Bale. Quem o vê interpretando o Batman não fala que é a mesma pessoa. Outro
que me surpreendeu foi o Steve
Carell. Notório ator de comédias (atuou em “O Todo Poderoso” e “Agente
Bom, voltando ao
enredo, estes atores interpretam os corretores que haviam pressentido a
quebra deste sistema imobiliário e resolveram investir contra.
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sábado, 5 de março de 2016
A GRANDE APOSTA
domingo, 21 de fevereiro de 2016
PEDALANDO ATRÁS DOS BLOCOS
Um passeio da Alcatéia Sem
Pressa
O pedal deste domingo de
carnaval, dia 07 de fevereiro, estava bom demais!
A galera da Alcatéia Sem
Pressa: Eu, Fátima, Adriana, Simone, Elis, Marcelo e Walter se encontram na
Praça Raul Soares para dar uma voltinha por aí... atrás dos Blocos
Carnavalescos de BH seguindo rigorosamente um roteiro.
Fomos em direção a Praça da
Estação pra tomar “aquele banho” no chafariz.
Seguimos até o Bloco TODO
MUNDO CABE NO MUNDO (Rua Piauí, Santa Efigênia). A animação estava total.
Depois partimos para a Praça
da Liberdade onde os preparativos para o Bloco RECEBA A GALINHA PULANDO estavam
a todo vapor. E nós vimos a “galinha mor” saindo de um táxi. Uma cena muito
“cabulosa”.
Depois fomos ao bairro
Prado. E o Bloco PRADO... não teve! Pois bem. Eles haviam marcado, mas parece
que não rolou. Eu acho que rolou quando a gente apareceu... he, he, he...
Nesse ponto alguns
“abortaram”. Então eu e Simone seguimos até a Savassi para o Bloco ME BEBE QUE
SOU CERVEJEIRO (Rua Antônio de Albuquerque, Savassi). Mas eles ainda estavam se
concentrando, já que haviam marcado para às 12 horas. E também o Bloco: DAQUI
NÓS NÃO ARREDA O PÉ (Av. Getúlio Vargas, Savassi) no mesmo ritmo.
E nós encontramos o Altair
pelo caminho. Fomos tomar cerveja e suco de acerola no restaurante das baianas.
Enfim, foi ótimo o pedal e
na companhia de pessoas ilustres e felizes...
sábado, 13 de fevereiro de 2016
ARTE CONTEMPORÂNEA
São como pequenos navegando no mar – num
mar de granito. Numa nave espacial. Fios dispostos, entrelaçados, objetos
ausentes e ao mesmo tempo, presentes. Flutuantes. Pontos que ligam figuras como
neurônios ligam as luzes. Figuras insólitas caminhando a esmo...
Talvez o início deste meu texto seja
confuso, mas foi assim que me senti na exposição que se encontra no Palácio das
Artes intitulado “5º Prêmio Marcantonio Vilaça – CNI Sesi Senai”, cujas obras são
de cinco artistas plásticos brasileiros.
Na obra “Fábula do Olhar” (2013) de
Virgínia de Medeiros são apresentadas “foto pinturas”. Oito quadros de homens e
mulheres bem vestidos: moradores de rua e ex-viciados em drogas, junto com seus
depoimentos de vida.
As performances são pra lá de modernas –
além da minha compreensão. Mas são bonitas em sua plasticidade. Como na
apresentação da artista Berna Reale: uma personagem ao som de “Singin' In The Rain”, vestida de terno amarelo, usando uma máscara
de gás, caminhando sob um tapete vermelho e num lixão. Só posso perceber como
uma clara crítica a uma sociedade de consumo e desperdício.
É muita modernidade para meus olhos,
como um performer nu sendo banhado de sangue de seus próprios colegas artistas
enquanto tenta se enxugar com as páginas de um livro. “Leva o corpo ao seu
limite” é o título do ato dos integrantes do Grupo EmpreZa (com o Z maiúsculo
mesmo).
Enfim, não deixa de ser uma visão desta
nova safra de artistas a nos presentear no Palácio das Artes.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
CONSIDERAÇÕES
Sim, então, por
que, como e algumas indagações: não sei de onde vim e nem sei para onde vou.
Estou com algumas pessoas desconhecidas, mas não me separo delas. É como vida
presa aos sonhos. Caso sonho, estou fugindo da realidade – detestável. Quando estou no sonho viso o momento
perfeito. Em apenas uma noite de sono posso viver décadas no sonho. É um sonho
perfeito – sem máculas. Quando acordo o
sonho se vai. Tudo terminado. No sonho vivo a felicidade completa – a
felicidade perfeita.
domingo, 18 de outubro de 2015
14º Pedal dos Rôias
Saibam quantos este relato virem que no ano do nascimento de
Nosso Senhor Jesus Cristo de dois mil e quinze, aos dezoito dias do mês de outubro,
declaro, em minhas reais faculdades mentais, que aconteceu o “Pedal dos Rôias”
sem nenhuma ocorrência grave e no mais alto grau de felicidade.
Com
a presença ilustre de Paulo e esposa, Felipe Ávila, esposa e filho, a bike
“anja” Lais, Altair, Walter e Lúcia, o encontro realizou-se na Praça do
Ciclista às 09 horas e com saída às 09h30min. O trajeto foi pela ciclovia até a Savassi,
onde o grupo seguiu pela Avenida Getúlio Vargas entrando à direita na Rua
Fernandes Tourinho. Passando pela ciclovia até a Rua Levindo Lopes. Entrando na
Rua Antônio de Albuquerque até a Rua Alagoas. E de lá até a Avenida Brasil com
retorno à Praça do Ciclista.
Em
todo percurso, o grupo foi brindado pelo som do Altair, cujas músicas de Odair
José, Paulo Sérgio, etc., relembraram os saudosos anos 50/60. De “roia” mesmo,
só a aluna Lúcia que recentemente comprou uma bike dobrável e este foi seu
primeiro passeio no “Pedal dos Rôias”. O desenvolvimento dela foi muito
satisfatório. E a premio com uma nota “10” o seu desempenho.
Quem
vos fala é Javert, declaro e dou fé!
domingo, 20 de setembro de 2015
Pedal dos Rôias - agosto
Mais um Pedal
dos Rôia de sucesso. Uma turma legal e animada pedalou na ciclovia rumo à
Savassi, neste domingo, dia 23 de agosto de 2015, debaixo de sol mesmo estando
no inverno. A Letícia e a Queila pela primeira vez encararam a aventura e se
saíram muito bem. Pedalamos da Praça do Ciclista até a rua Fernandes Tourinho
para experimentar “coxinha vegana”, mas a fila estava muito grande e resolvemos
voltar. Então passamos na sorveteria São Domingos para saborear aquelas
delícias geladas. E depois, retornamos para a Praça do Ciclista.
Valeu, Leelo,
Lucas, Tiago, Liliane, Moacir, Elis pelo apoio na condução deste pedal.
Um abraço a
todos!
domingo, 23 de agosto de 2015
Traços num fundo branco... Tinta preta
sobre o papel... As obras do artista plástico Leonilson em exposição no CCBB
(Praça da Liberdade) são como lembranças. Assim se define numa das salas como
“Os trabalhos são como diários”, onde traços finos, pessoas minúsculas,
bordados, colagens, compõe os “grandes campos brancos para bordar”.
Numa das salas intitulada “Os 1991” , fixaram com pregos
(diretamente nas paredes) alguns trabalhos, principalmente as lonas. Curioso. A
acrílica sobre lona “Os rios por meu fluído entrego meu coração” de 1992 (um
ano após a descoberta da doença que o vitimou em 1993) revela a sensibilidade
diante do inevitável, com o acréscimo de cores fortes e vibrantes.
Sua última obra – que não viu ser
finalizada – é uma instalação na capela do Morumbi. Na exposição foram mantidas
as mesmas proporções. E na sala onde está parece algo espacial, algo de
enquadramento e que me lembrou o estilo visual
do cineasta Stanley Kubrick chamado de “One-Point Perspective”. Enfim, um belo
trabalho do Leonilson.
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