Antônio e eu estivemos prestigiando o sarau de poesia,
no dia 22 de março, realizado no espaço Asa de Papel – Café & Arte,
localizado na Rua Piauí, 631 – Santa Efigênia.
Um local aconchegante com várias obras de arte, livros e boa conversa. E o tema
foi “Um Sarau para Violeta”, onde versos femininos foram recitados neste mês
internacional da Mulher. O comparecimento de poetas como Tânia Diniz e
Francirene Gripp entre outras deram o tom nesta noite especial.
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sábado, 14 de abril de 2018
quinta-feira, 30 de março de 2017
Pés & Pedais
Um projeto bacana...
Um vídeo bem produzido...
Juntos formam uma obra de arte!
O projeto Pés & Pedais de Bruna Caldeira sob a ótica de
Vinícius Túlio.
É muito amor envolvido...
Confiram!
Projetos Pés & Pedais
domingo, 23 de outubro de 2016
PEDAL SOLIDÁRIO: SOU CICLISTA DO BEM
Belo Horizonte, 22 de Outubro de 2016.
Numa bela manhã de sábado...
Mais uma vez foi realizado o PEDAL
SOLIDÁRIO: SOU CICLISTA DO BEM, organizado pelo Desta vez, visitamos a Escola
Estadual Três Poderes e o asilo ESPAÇO BEM VIVER, ambos no bairro Itapoã.
A concentração foi em frente à loja de
bikes alugadas, a BIKEMANIA, do colega Rodrigo e de lá partimos.
Encontramos com os jovens ciclistas
alunos da Escola e de lá fomos em direção ao asilo levar os donativos.
E mais uma vez,
realizado com sucesso,
este evento solidário
do qual gosto e confesso!
segunda-feira, 16 de março de 2015
Sarau no "Godofredo"
Fui convidado pelo meu
amigo, o poeta Jovino Machado a participar de um sarau poético no bar Godofredo que fica lá no bairro Santa Tereza.
Foi na quarta-feira, dia 04 de março. Nem fui pedalar neste dia. Sabe por que
deste nome “Godofredo”? É Godofredo Guedes, pai do cantor Beto Guedes. O reduto
parece-me ser da família do “Clube da Esquina”. As paredes são
enfeitadas com fotos de artistas, de LP’s, e desenhos que remetem ao pessoal do
Clube: Milton Nascimento, Beto Guedes, Flávio Venturini e etc. Na verdade, era
o aniversário da Patrícia Maês – esposa
do Lô Borges – que
convidou a galera da área literária para o sarau. O Lô Borges estava lá.
E outras personalidades do Clube da Esquina como Márcio Borges (letrista do
Milton Nascimento) e Murilo Antunes (letrista do Flávio Venturini). Teve a
presença ilustre, também, do artista plástico Fernando Pacheco. E a “palhinha”
musical ficou por conta de Gabriel Guedes (filho do Beto Guedes) e do Rodrigo
Borges (sobrinho do Lô Borges). A apresentadora do programa Agenda da TV Minas, a Daniella
Zupo, também esteve lá. E foi uma bela noite de música e poesia.
domingo, 31 de março de 2013
A pelada que não teve...
No dia 16 de março de 2013 era para
ter sido realizada a “pelada” conhecida como Striper das Meninas. Eu disse
“era” porque não teve adesão dos participantes. Apenas cinco pessoas
apareceram: Evilmar, Tiago, Paulo, Fernando e eu. Bom, já que não teve pelada o
jeito era fazer um churrasquinho para cinco. E lá fomos nós, eu e Evilmar para
a churrasqueira, enquanto os jovens batiam papo, sentados nas cadeiras e
apreciando uma quadra de futebol vazia. E a bola? Coitada... ficou solitária
num canto a espera de pretensos jogadores. Ela deve ter ficado triste por não
receber os chutões e de ser maltratada pelos pernas de pau de um sábado a
tarde. Talvez, quem sabe, na próxima pelada...
terça-feira, 10 de julho de 2012
Resenha: Pelada do Adson
Dia 06 de julho de 2012, sexta-feira, aconteceu a “pelada do Adson” numa quadra de futebol society no bairro Gameleira. Estiveram presentes Evilmar, Tiago (filho do Evilmar), Ivan, Hugo, Paulo, Adson e eu. E da Rede de Frio Adriano, Leo, entre outros que não me lembro dos nomes.
No último momento, ao sair do serviço, resolvi ir para casa ao invés de ir direto usando o Metrô. Isto porque fiquei pensando na volta. Então passei em casa, montei na minha magrela e parti. Cheguei em casa às 19h05min e saí às 19h15min. O trânsito na Andradas e Teresa Cristina estava engarrafado e pesado. Mas mesmo assim cheguei às 19h45min no local da “pelada”. Alguns peladeiros já estavam na área. Logo depois apareceram Adson, Ivan e Paulo trazendo as carnes para o churrasco: bisteca, lingüiça, carne de boi e frango a passarinho.
Então a “pelada” teve início. Não tenho muita certeza, mas acho que levei todo tipo de drible futebolístico: elástico, lambreta, rabo de arraia, caneta, lençol, chaleira e outros dribles. Eu tinha um dilema: jogar ou não de óculos. Sem os óculos não enxergaria nada. Então resolvi jogar de óculos. Divididas? Há! Não entrei em nenhuma. Eu só pensava numa coisa: proteger meus óculos.
Como todos estavam despreparados, penso eu, aconteceu o que normalmente acontece em peladas: cãibras. E foi um festival de cãibras. O primeiro foi o Hugo. Depois o Ivan. Logo em seguida o Adson. E o Hugo de novo. Só que desta vez foi na outra perna. Eu quase tive uma cãibra. Senti aquela primeira fisgada. Então resolvi não correr tanto atrás da bola. Foi a minha salvação. Tinha que pensar na minha volta, né? Bater um pedal do Gameleira até o Sagrada Família não é mole não!
Depois do futebol, aliás, “pelada”, rolou até uma “sinuquinha”. Eu não sei a que horas eu saí da quadra, mas cheguei em casa às 00h15min. Para uma pessoa que não joga bola, até que me senti um sobrevivente. Mas nos dias seguintes (sábado e domingo) meu corpo parecia estar “moído”.
Que venha a próxima pelada!
No último momento, ao sair do serviço, resolvi ir para casa ao invés de ir direto usando o Metrô. Isto porque fiquei pensando na volta. Então passei em casa, montei na minha magrela e parti. Cheguei em casa às 19h05min e saí às 19h15min. O trânsito na Andradas e Teresa Cristina estava engarrafado e pesado. Mas mesmo assim cheguei às 19h45min no local da “pelada”. Alguns peladeiros já estavam na área. Logo depois apareceram Adson, Ivan e Paulo trazendo as carnes para o churrasco: bisteca, lingüiça, carne de boi e frango a passarinho.
Então a “pelada” teve início. Não tenho muita certeza, mas acho que levei todo tipo de drible futebolístico: elástico, lambreta, rabo de arraia, caneta, lençol, chaleira e outros dribles. Eu tinha um dilema: jogar ou não de óculos. Sem os óculos não enxergaria nada. Então resolvi jogar de óculos. Divididas? Há! Não entrei em nenhuma. Eu só pensava numa coisa: proteger meus óculos.
Como todos estavam despreparados, penso eu, aconteceu o que normalmente acontece em peladas: cãibras. E foi um festival de cãibras. O primeiro foi o Hugo. Depois o Ivan. Logo em seguida o Adson. E o Hugo de novo. Só que desta vez foi na outra perna. Eu quase tive uma cãibra. Senti aquela primeira fisgada. Então resolvi não correr tanto atrás da bola. Foi a minha salvação. Tinha que pensar na minha volta, né? Bater um pedal do Gameleira até o Sagrada Família não é mole não!
Depois do futebol, aliás, “pelada”, rolou até uma “sinuquinha”. Eu não sei a que horas eu saí da quadra, mas cheguei em casa às 00h15min. Para uma pessoa que não joga bola, até que me senti um sobrevivente. Mas nos dias seguintes (sábado e domingo) meu corpo parecia estar “moído”.
Que venha a próxima pelada!
domingo, 30 de outubro de 2011
DANDO UMA DE ECONOMISTA

Sidney, Bombaim, Cingapura, Hong Kong. Cidades asiáticas. Estes grandes centros urbanos estão construindo Torres (gigantescos arranha-céus) para poderem abarcar a pujança de suas economias. Um crescimento vertical. Prédios sem limites até o topo das nuvens. Suas economias estão “bombando” mesmo em tempos de crise. Elas estão a galope de cavalo, ou melhor, de corcéis voadores. Austrália e Índia vão instalar o sistema 3G de telefonia e internet em todo o país para o mais pobre de seu habitante ter acesso “on line”. A pobreza continuará, mas o acesso à telefonia e à internet não. A China continua no seu ritmo acelerado de crescimento de 10% ao ano. A Índia deverá crescer 9% em 2011. O tigre indiano afia suas garras. Quer dominar o mercado asiático e assim, suplantar o poderio chinês. O dragão chinês caminha a passos largos rumo ao futuro. Incerto, diria. O canguru australiano também dá seus pulos. Com suas reservas de minério de ferro exportando para China e Índia, também pretende entrar no mercado avassalador.
terça-feira, 19 de julho de 2011
VISITEM A ESTANTE VIRTUAL
Pessoas raras,
Antes de comprarem livros não deixem de visitar a Estante Virtual um site de compra e venda de livros novos e usados. Eu estou cadastrado neste site. Dêem uma olhada em meu acervo.
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É só clicar no link:
www.estantevirtual.com.br/acervo/javert35
Atenciosamente,
Javert – livreiro virtual
Atenciosamente,
Javert – livreiro virtual
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
METRÓPLE
Pedalo em minha bicicleta pelas ruas da metrópole, o vento acaricia meu rosto – congela-me. Os automóveis rasgam as avenidas e cortam as ruas. De dentro dos ônibus as pessoas conversam numa linguagem sem sabor. Vejo as pessoas – sinto-as. O calor da presença me aquece, mas não sinto amor. A madrugada agora é de um tempo passado. Os primeiros raios do sol iluminam meu caminho pra casa. E o sol não sabe o calor que me faz: um calor mais forte que o amor.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Objetos fosforescentes
A luz fosforescente brilha. Ilumina minha mão. Ajuda a rascunhar no escuro. Acho extraordinários os objetos fosforescentes. Sem me preocupar com o porquê do brilho e toda sua intrínseca combinação de elementos químicos... O interruptor de luz, os comandos do controle remoto da TV, os números e os ponteiros do despertador. Objetos brilhando na escuridão do quarto.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
A POSE
O ministro alemão das Relações Exteriores Joachim Von Ribbentropp abre um sorriso para a lente fotográfica, em setembro de 1939*. Ao seu lado está Joseph Stálin, presidente da U.R.S.S., usando um casaco branco com enormes botões. Eles acabaram de assinar o “Pacto Nazi-Soviético”, um acordo de não-agressão mútua entre os dois países. Era o prenúncio de uma grande guerra. Nada de mais numa antiga fotografia. Mas o que me chama atenção é a personalidade de Von Ribbentropp. Comparando-o em outra
fotografia – no julgamento de Nuremberg – alguma coisa mudou. Em 1939, o sorriso empresta aos olhos tranqüilos, a satisfação de um projeto realizado. O ministro, de peito erguido, apresenta o ar da superioridade, da confiança, da certeza de que tudo está caminhando a seu favor.
Na outra foto, de outubro de 1946**, ele parece muito magro. O peito robusto deixou de existir. Não há o sorriso e os olhos pairam sobre profundas olheiras. As maçãs salientes de sua face já não são mais as mesmas. Há um rosto liso, duro, feito de granito. O cabelo, bem grisalho e raro, está em desalinho. Sua expressão parece dizer: “O que estou fazendo aqui?” ou “O que é que eu fui fazer?”
Ele não está só em 1946. Seus compatriotas Julius Streicher, Hermann Göring, Rudolf Hess e Wilhelm Keitel dividem o mesmo banco dos réus. Estes oficiais alemães quando não estão com seus quepes e suas fardas parecem senhores respeitáveis e ninguém suspeitaria das atrocidades que cometeram. Em ambas as fotos, Von Ribbentropp mantém o vistoso terno e gravata e o idêntico “cruzar de braços”. No prazer de assinatura do pacto ou no desgosto de ser julgado, a posição do braço direito por sobre o braço esquerdo, a mão direita escondida e os dedos da mão esquerda à vista é
impecável. Detalhes visíveis num curto espaço de sete anos. É o instante mágico da fotografia sempre querendo me impressionar.
(*) A fotografia de 1939 de Von Ribbentropp e Joseph Stálin encontra-se no livro “Segunda Guerra Mundial - História Fotográfica do Grande Conflito”, de Charles Herridge, editora Círculo do Livro S/A., São Paulo.
(**) A fotografia de 1946 reunindo os criminosos de guerra está no jornal “O Globo”, caderno “O Mundo”, domingo, 06 de outubro de 1996.
fotografia – no julgamento de Nuremberg – alguma coisa mudou. Em 1939, o sorriso empresta aos olhos tranqüilos, a satisfação de um projeto realizado. O ministro, de peito erguido, apresenta o ar da superioridade, da confiança, da certeza de que tudo está caminhando a seu favor.
Na outra foto, de outubro de 1946**, ele parece muito magro. O peito robusto deixou de existir. Não há o sorriso e os olhos pairam sobre profundas olheiras. As maçãs salientes de sua face já não são mais as mesmas. Há um rosto liso, duro, feito de granito. O cabelo, bem grisalho e raro, está em desalinho. Sua expressão parece dizer: “O que estou fazendo aqui?” ou “O que é que eu fui fazer?”
Ele não está só em 1946. Seus compatriotas Julius Streicher, Hermann Göring, Rudolf Hess e Wilhelm Keitel dividem o mesmo banco dos réus. Estes oficiais alemães quando não estão com seus quepes e suas fardas parecem senhores respeitáveis e ninguém suspeitaria das atrocidades que cometeram. Em ambas as fotos, Von Ribbentropp mantém o vistoso terno e gravata e o idêntico “cruzar de braços”. No prazer de assinatura do pacto ou no desgosto de ser julgado, a posição do braço direito por sobre o braço esquerdo, a mão direita escondida e os dedos da mão esquerda à vista é
impecável. Detalhes visíveis num curto espaço de sete anos. É o instante mágico da fotografia sempre querendo me impressionar.
(*) A fotografia de 1939 de Von Ribbentropp e Joseph Stálin encontra-se no livro “Segunda Guerra Mundial - História Fotográfica do Grande Conflito”, de Charles Herridge, editora Círculo do Livro S/A., São Paulo.
(**) A fotografia de 1946 reunindo os criminosos de guerra está no jornal “O Globo”, caderno “O Mundo”, domingo, 06 de outubro de 1996.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
CÉLULA-TRONCO
A questão envolvendo as pesquisas com células-tronco embrionárias é complexa. Cientistas defendem seus interesses; a Igreja Católica seus dogmas. Em meio a toda essa discussão está o destino de muitas pessoas que necessitam de curas para seus males. Os estudos com as células-tronco permitirão avanços científicos jamais conseguidos até então. Doenças como a distrofia muscular e a amiotrofia espinhal, por exemplo, poderão ter a cura definitiva. O debate gira em torno da utilização de zigotos e embriões para que sejam retiradas as células-tronco para os estudos. A Igreja considera tal atitude um crime. Ela admite a idéia de que o embrião é vida e está sendo privado de seu nascimento. Já os cientistas, não. Para eles o que conta é o fato de tratar-se de “material gerado nos procedimentos para fertilização assistida e que, por não ter sido introduzido no útero, é armazenado em congelamento”¹.
Vivemos regidos por leis, leis que estão nos papéis, que estão nos livros. A Lei de Biossegurança está em vigor e os ministros do Supremo Tribunal Federal a consideram sua constitucionalidade correta. Aprovada pelo Congresso em 2005, prevê o “aproveitamento das células-tronco embrionárias congeladas nas clínicas de fertilização há mais de três anos em pesquisas biológicas e tratamentos de doenças como diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer”². Tais pesquisas biológicas também “podem ajudar na recuperação de vítimas de acidentes que ficaram paraplégicas”³.
O episódio ocorrido a respeito do menino de seis meses que fora um embrião congelado por oito anos é outra questão controversa. A Igreja considera o fato positivo e reforça sua crença na humanidade do embrião. A ciência defende a tese de que o embrião humano não se desenvolve sem o útero materno.
Diante dos fatos sou favorável às pesquisas com as células-tronco, pois a ciência tem que estar a serviço da saúde e não presa a dogmas religiosos.
Não considero zigoto e embrião um ser humano. Embrião para mim é uma célula. Algo vivo. Sim. Mas não considero um ser humano. Enquanto está congelado é apenas um embrião. A partir do momento em que ele foi inserido no útero da mãe e foi desenvolvido até se tornar um feto, aí sim, é um ser humano.
Precisamos destas pesquisas para não ficar atrás de nações desenvolvidas e não privar, nossos entes queridos, de uma chance melhor na vida.
_____________________________
¹Editorial do jornal ESTADO DE MINAS, Quarta-feira, 05 de março de 2008.
²Reportagem do jornal ESTADO DE MINAS, Quarta-feira, 05 de março de 2008.
³Ibidem.
Vivemos regidos por leis, leis que estão nos papéis, que estão nos livros. A Lei de Biossegurança está em vigor e os ministros do Supremo Tribunal Federal a consideram sua constitucionalidade correta. Aprovada pelo Congresso em 2005, prevê o “aproveitamento das células-tronco embrionárias congeladas nas clínicas de fertilização há mais de três anos em pesquisas biológicas e tratamentos de doenças como diabetes, câncer, Parkinson e Alzheimer”². Tais pesquisas biológicas também “podem ajudar na recuperação de vítimas de acidentes que ficaram paraplégicas”³.
O episódio ocorrido a respeito do menino de seis meses que fora um embrião congelado por oito anos é outra questão controversa. A Igreja considera o fato positivo e reforça sua crença na humanidade do embrião. A ciência defende a tese de que o embrião humano não se desenvolve sem o útero materno.
Diante dos fatos sou favorável às pesquisas com as células-tronco, pois a ciência tem que estar a serviço da saúde e não presa a dogmas religiosos.
Não considero zigoto e embrião um ser humano. Embrião para mim é uma célula. Algo vivo. Sim. Mas não considero um ser humano. Enquanto está congelado é apenas um embrião. A partir do momento em que ele foi inserido no útero da mãe e foi desenvolvido até se tornar um feto, aí sim, é um ser humano.
Precisamos destas pesquisas para não ficar atrás de nações desenvolvidas e não privar, nossos entes queridos, de uma chance melhor na vida.
_____________________________
¹Editorial do jornal ESTADO DE MINAS, Quarta-feira, 05 de março de 2008.
²Reportagem do jornal ESTADO DE MINAS, Quarta-feira, 05 de março de 2008.
³Ibidem.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA
Com o crescente aumento da população e consequentemente o aumento da produção de lixo, autoridades governamentais e empresas privadas buscam soluções para se evitar a contaminação do nosso meio ambiente. Como se livrar do lixo? Como reaproveitá-lo? Esta é a pergunta principal. E uma das soluções é a coleta seletiva.
O que vem a ser “coleta seletiva”? É a separação do lixo feita por cada um dos cidadãos de uma comunidade. Com a nossa mãe natureza correndo risco de morte, não podemos nos dar ao luxo de jogar nosso lixo em qualquer lugar. Precisamos separar nosso lixo orgânico dos metais, dos vidros, dos papéis e dos plásticos. Desta maneira, podemos reciclar e não devolver à natureza o que é prejudicial a ela.
É muito fácil juntar o lixo e colocá-lo do lado de fora de nossas casas e esperar seu recolhimento. O difícil é separar. O difícil é ter responsabilidade, deixar a preguiça de lado e se mobilizar pelo bem comum. De acordo com as autoridades competentes, “a coleta seletiva reduziria o percentual de rejeitos e aumentaria a vida útil de um aterro sanitário”. O reaproveitamento do lixo é essencial para nosso planeta, pois o habitamos juntamente com seis bilhões de seres humanos e reciclar é uma das soluções para se manter em ordem o nosso meio ambiente.
Há também a questão dos resíduos eletro-eletrônicos, como por exemplo, rádios, geladeiras, liquidificadores, batedeiras, etc. E o mundo todo pergunta: o que fazer? Como reciclar tais produtos? Hoje em dia, conferências são realizadas para se tomarem rumos e objetivos. Empresas estão sendo criadas para o reciclo. E nada mais correto do que a conscientização das pessoas para separar este tipo de lixo. E para tal, lixeiras adequadas são instaladas em determinados pontos da cidade. E depois do lixo recolhido, este é enviado para as usinas de triagem e compostagem, onde são separados e reaproveitados.
Grandes empresas já adotam a coleta seletiva solidária nos recintos de trabalho. É uma forma de lembrar o trabalhador da importância de tal ato. Muito do que aprendem nas empresas acabam por adotarem dentro de suas residências.
Outro produto danoso à natureza e que depende da conscientização de todos nós são as pilhas e baterias. Muito se tem feito em prol da conscientização das pessoas. Existe um projeto na Federação do Meio Ambiente que se chama “Papa Pilha”. É o recolhimento exclusivo de pilhas e baterias para reaproveitamento e eliminação adequada de seus resíduos. Ainda é pouco. Precisam ser instaladas outras “papa pilhas” na cidade. Como por exemplo, no município de Belo Horizonte, com mais de dois milhões de habitantes, um “papa pilhas” é insuficiente. E após a instalação de mais coletores é preciso investir em propaganda para alertar a população.
É apenas o começo, mas já foi dado o primeiro passo. Não dependemos apenas das autoridades. Devemos transformar nossos atos num exemplo de cidadania. Enfim, precisamos ter responsabilidade social para legar aos nossos filhos um futuro melhor. E nada mais certo do que ensinar às nossas crianças a idéia da coleta seletiva solidária.
O que vem a ser “coleta seletiva”? É a separação do lixo feita por cada um dos cidadãos de uma comunidade. Com a nossa mãe natureza correndo risco de morte, não podemos nos dar ao luxo de jogar nosso lixo em qualquer lugar. Precisamos separar nosso lixo orgânico dos metais, dos vidros, dos papéis e dos plásticos. Desta maneira, podemos reciclar e não devolver à natureza o que é prejudicial a ela.
É muito fácil juntar o lixo e colocá-lo do lado de fora de nossas casas e esperar seu recolhimento. O difícil é separar. O difícil é ter responsabilidade, deixar a preguiça de lado e se mobilizar pelo bem comum. De acordo com as autoridades competentes, “a coleta seletiva reduziria o percentual de rejeitos e aumentaria a vida útil de um aterro sanitário”. O reaproveitamento do lixo é essencial para nosso planeta, pois o habitamos juntamente com seis bilhões de seres humanos e reciclar é uma das soluções para se manter em ordem o nosso meio ambiente.
Há também a questão dos resíduos eletro-eletrônicos, como por exemplo, rádios, geladeiras, liquidificadores, batedeiras, etc. E o mundo todo pergunta: o que fazer? Como reciclar tais produtos? Hoje em dia, conferências são realizadas para se tomarem rumos e objetivos. Empresas estão sendo criadas para o reciclo. E nada mais correto do que a conscientização das pessoas para separar este tipo de lixo. E para tal, lixeiras adequadas são instaladas em determinados pontos da cidade. E depois do lixo recolhido, este é enviado para as usinas de triagem e compostagem, onde são separados e reaproveitados.
Grandes empresas já adotam a coleta seletiva solidária nos recintos de trabalho. É uma forma de lembrar o trabalhador da importância de tal ato. Muito do que aprendem nas empresas acabam por adotarem dentro de suas residências.
Outro produto danoso à natureza e que depende da conscientização de todos nós são as pilhas e baterias. Muito se tem feito em prol da conscientização das pessoas. Existe um projeto na Federação do Meio Ambiente que se chama “Papa Pilha”. É o recolhimento exclusivo de pilhas e baterias para reaproveitamento e eliminação adequada de seus resíduos. Ainda é pouco. Precisam ser instaladas outras “papa pilhas” na cidade. Como por exemplo, no município de Belo Horizonte, com mais de dois milhões de habitantes, um “papa pilhas” é insuficiente. E após a instalação de mais coletores é preciso investir em propaganda para alertar a população.
É apenas o começo, mas já foi dado o primeiro passo. Não dependemos apenas das autoridades. Devemos transformar nossos atos num exemplo de cidadania. Enfim, precisamos ter responsabilidade social para legar aos nossos filhos um futuro melhor. E nada mais certo do que ensinar às nossas crianças a idéia da coleta seletiva solidária.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
LITERATURA FUTEBOL CLUBE
Caros Colegas,
os poetas Jovino Machado e Jane Lauxen estão promovendo e divulgando o concurso de crônicas, contos e poesias em português para fazerem parte da coletânea LITERATURA FUTEBOL CLUBE a ser publicada pela Editora Multifoco em março de 2011.
Prazo de inscrição e envio do material: até 30 de novembro de 2010.
Visitem o blog:
www.literatura-futebol-clube.blogspot.com
Para maiores informações ou dúvidas entre em contato no e-mail:
literaturafutebolclube@gmail.com
Um abraço a todos!
os poetas Jovino Machado e Jane Lauxen estão promovendo e divulgando o concurso de crônicas, contos e poesias em português para fazerem parte da coletânea LITERATURA FUTEBOL CLUBE a ser publicada pela Editora Multifoco em março de 2011.
Prazo de inscrição e envio do material: até 30 de novembro de 2010.
Visitem o blog:
www.literatura-futebol-clube.blogspot.com
Para maiores informações ou dúvidas entre em contato no e-mail:
literaturafutebolclube@gmail.com
Um abraço a todos!
quinta-feira, 8 de julho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Carta aos alunos
Esta carta foi publicada como prefácio do livro dos estudantes das turmas 421, 422 e 423 da professora Maria Auxiliadora Rosa (Dôra) da Escola Municipal “Bento Machado Ribeiro” de Betim em 2009.
CARTA AOS ALUNOS
Fui incumbido pela professora Dôra de avaliar as suas redações. É a primeira vez que faço este tipo de julgamento. E me senti na responsabilidade de escolher a melhor em cada turma. Não foi fácil. Todas as redações possuem um bom enredo. Uma boa história. São dignas de se fazerem versões cinematográficas. Digo que não foi fácil porque a maioria das questões tratadas nas redações envolve o dia a dia em que vivemos como violência, as drogas, conflito entre ricos e pobres, preconceito, ódio e perdão, e principalmente, o amor. E percebi que cada texto foi empregado com dedicação. Por isso foi difícil escolher a melhor.
Independente deste meu critério deixo para vocês minha palavra de incentivo para que continuem a escrever. Pois, antes de tudo, precisamos de incentivo para caminhar na longa estrada da vida. Precisamos de orientação de nossos professores e pais para seguirmos na linha certa. Da mesma forma como fui incentivado por meus pais e pela professora Maria do Perpétuo Socorro, em 1982, a trilhar pelo mundo da escrita.
Por isso, nobres alunos, continuem escrevendo, lendo, exercitem o seu poder de escolha pelo que é justo, correto e honesto! É uma tarefa árdua (e prazerosa!) e exige dedicação.
CARTA AOS ALUNOS
Fui incumbido pela professora Dôra de avaliar as suas redações. É a primeira vez que faço este tipo de julgamento. E me senti na responsabilidade de escolher a melhor em cada turma. Não foi fácil. Todas as redações possuem um bom enredo. Uma boa história. São dignas de se fazerem versões cinematográficas. Digo que não foi fácil porque a maioria das questões tratadas nas redações envolve o dia a dia em que vivemos como violência, as drogas, conflito entre ricos e pobres, preconceito, ódio e perdão, e principalmente, o amor. E percebi que cada texto foi empregado com dedicação. Por isso foi difícil escolher a melhor.
Independente deste meu critério deixo para vocês minha palavra de incentivo para que continuem a escrever. Pois, antes de tudo, precisamos de incentivo para caminhar na longa estrada da vida. Precisamos de orientação de nossos professores e pais para seguirmos na linha certa. Da mesma forma como fui incentivado por meus pais e pela professora Maria do Perpétuo Socorro, em 1982, a trilhar pelo mundo da escrita.
Por isso, nobres alunos, continuem escrevendo, lendo, exercitem o seu poder de escolha pelo que é justo, correto e honesto! É uma tarefa árdua (e prazerosa!) e exige dedicação.
Confecção do livro
A confecção de “este sol rasgado” está no Youtube. Vejam o Luciano Nunes montando meu livro:
http://www.youtube.com/watch?v=N7AIt-MXT10
http://www.youtube.com/watch?v=N7AIt-MXT10
terça-feira, 22 de junho de 2010
3 vezes 2 e vezes 3
O efeito
Em 1955, o cientista Iulii Khariton posa ao lado do protótipo da primeira bomba de hidrogênio, na cidade de Arzamas 16, situada a 400 km de Moscou.
O projeto da bomba fora um sucesso. Os resultados impressionantes. A mais devastadora arma nuclear da época estava pronta para ser usada.
Entretanto, Khariton parece apreensivo. Sua fisionomia preocupante revela o temor diante da bomba. Ou será o medo do fracasso que resultaria em seu fuzilamento perante as ordens de Stálin? Sua expressão revela o medo de ambos os fatos.
Talvez ficasse feliz com seu projeto realizado. O objetivo alcançado. Mas seu projeto aniquila várias pessoas de uma só vez. Talvez impedisse o avanço tecnológico desta arma. Mas seu fracasso poderia ser também a sua sentença de morte. O que fazer? Talvez devesse se sacrificar em nome da humanidade. Mas cedo ou tarde alguém desenvolveria tal bomba. Como todo gênio incompreendido e pressionado pelas forças governantes de países autoritários Khariton assim o fez. Entre realizar uma grande proeza, preferiu fazê-lo – e ter que morrer sem tentar – ou morrer do mesmo jeito fracassando.
O projeto da bomba fora um sucesso. Os resultados impressionantes. A mais devastadora arma nuclear da época estava pronta para ser usada.
Entretanto, Khariton parece apreensivo. Sua fisionomia preocupante revela o temor diante da bomba. Ou será o medo do fracasso que resultaria em seu fuzilamento perante as ordens de Stálin? Sua expressão revela o medo de ambos os fatos.
Talvez ficasse feliz com seu projeto realizado. O objetivo alcançado. Mas seu projeto aniquila várias pessoas de uma só vez. Talvez impedisse o avanço tecnológico desta arma. Mas seu fracasso poderia ser também a sua sentença de morte. O que fazer? Talvez devesse se sacrificar em nome da humanidade. Mas cedo ou tarde alguém desenvolveria tal bomba. Como todo gênio incompreendido e pressionado pelas forças governantes de países autoritários Khariton assim o fez. Entre realizar uma grande proeza, preferiu fazê-lo – e ter que morrer sem tentar – ou morrer do mesmo jeito fracassando.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Livro Artesanal

Opúsculo confeccionado artesanalmente. Trata-se de uma miniatura de tratado pseudo-filosófico-intimista-pessimista. Segundo livro independente do autor.
Dados Técnicos:
Título: Este Sol Rasgado
Autor: Javert Denilson
Ilustrações: Alfred Gouker
Edição: 1ª edição
Ano: 2009
Páginas: 16
Formato: Brochura
Tamanho:138 x190mm.
Capa em papel cuchê, miolo em papel sulfite(p&b)
Classificação categórica: Contos
Tiragem de 100 exemplares.
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