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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Uma volta ao passado

Dentro do ônibus vindo para o trabalho, ouço alguém cantarolar uma música bastante conhecida. É a música tema da novela Gabriela. Esta novela está sendo reprisada por uma emissora de TV com outros atores. Eu não consigo vê-la, pois passa muito tarde. Caso fosse mais cedo eu até animaria a ver outra vez. Mas aquela pessoa a cantarolar dentro do ônibus foi para mim como uma viagem no tempo: uma viagem ao passado. E de repente me transportei à década de 70. Senão me engano, Gabriela fora lançada no ano de 1976. Não acompanho a reprise de Gabriela, apenas pelas propagandas. E o mais interessante é que a reprise manteve as gravações originais da época. Canções de Gal Costa, Caetano Veloso, Djavan entre outras. E para mim, com destaque para “Coração Ateu” com Maria Bethânia. Uma belíssima música. Continuando minha volta ao passado, entre as arrancadas e freadas do ônibus, viajo a 1976, ano do grave acidente do piloto de Fórmula 1, o austríaco Niki Lauda, ocorrido no dia 1º de agosto de 1976, cujo seu corpo fora deformado pelas chamas. Ele não morreu, mas ficou com as cicatrizes.
Do acidente trágico de Juscelino Kubitschek em 22 de agosto de 1976. Lembro-me que meus pais e tios ficaram chocados com a notícia. Eles pensavam que fora um complô.
Do assassinato de Ângela Diniz pelo seu amante Doca Street em 30 de dezembro de 1976. Mulher jovem e bela, conhecida como “pantera de Minas”. O caso foi muito divulgado na época e levantou a questão da “legítima defesa da honra”. Há honra num assassinato?
De todos os eventos que aconteceram naquele ano, nada me marcou tão profundamente como a morte de Ângela. Em se tratando de uma criança não acostumada a este tipo de notícia.
Bom... já estou quase chegando ao trabalho. O ponto de ônibus é logo ali. Está na hora de botar os pés no chão e voltar a minha realidade.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

1ª Oficina Bike Anjo BH


A 1ª Oficina Bike Anjo BH foi um sucesso. O evento foi realizado na Avenida Carandaí com Avenida Brasil, ao lado do Colégio Arnaldo. Com a cordial cooperação de todos os participantes tudo correu tranqüilo e sereno. Guilherme Tampieri, Marina, Ciro Braga, Vinícius Mundim, Poliana Figueiredo, Maria Carolina Rangel, Thiago Tiganá, Vinícius Túlio, Gustavo Walbon, Claudiney, Fernando Briseno, Vander de Castro, Jamerson Cunha, Geraldo Belvino, Joãozinho entre outros (espero não ter esquecido citar algum colega). Enfim, os que compareceram e ajudaram de alguma forma e as pessoas e ciclistas que prestigiaram o evento saíram todos satisfeitos.


A BIKE MANIA esteve presente com as bikes onde costumam alugá-las na orla da lagoa da Pampulha.

Até que pela primeira experiência não foi nada mal. Alguns ajudaram nas manutenções das bikes e outros ensinavam os iniciantes a pedalar. A satisfação das pessoas que pedalaram pela primeira vez não tem preço.

Ao final, Vinícius Túlio e Vinícius Mundim, baseados no Código Brasileiro de Trânsito, passaram alguns ensinamentos de como pedalar e como se comportar em vias públicas a todos os participantes.

Terminamos com uma tradicional pedalada passando pela Avenida Brasil, Contorno, Andradas e eu abortei quando entramos de novo na Contorno.

Valeu pessoal!
Bons ventos levem este projeto!

domingo, 5 de agosto de 2012

RESENHA DO DIA

Neste terceiro dia, 05 de agosto de 2012, compareceram Márcia, Léia, Helenice e Celma. Todas elas se desenvolveram muito bem nas pedaladas. Tivemos que alugar apenas duas bicicletas, pois estava sozinho para continuar os ensinamentos sobre a bicicleta. Os outros colegas não puderam comparecer. Então, revezei com as quatro. Hora, ensinava Léia e Helenice na bicicleta maior (Aro 24) e com a Celma e Márcia na bike menor (Aro 14). Gradativamente saltava minhas mãos e deixava as meninas pedalarem sozinhas. Elas estão ficando cada vez melhores. Enquanto ensinava a Márcia, a Léia pegou a bicicleta e começou a pedalar sozinha. Inspirada neste ato, a Celma resolveu também ir sozinha. E não é que elas conseguiram? Venceram o medo! Pedalaram sozinhas sem o meu apoio. No início, a Celma dava de seis a dez pedaladas e parava. A Léia já disparava na frente e não parava mais! Pois bem! Elas já estão a caminho de aprenderem a pedalar. Márcia e Helenice precisam de mais aulas, pois elas necessitam melhorar o equilíbrio e as pedaladas. Já estão a meio caminho andado para alcançarem Léia e Celma. É isso aí, meninas! Meus parabéns!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Bike Anjos em ação!

Mais uma vez os Bike Anjos apareceram na Pampulha, no dia 29 de julho de 2012, em frente à Loja da Bike Mania para mais um domingo de ensinamentos. Este segundo encontro foi muito proveitoso. Márcia e Léia desenvolveram bastante a coordenação motora, o equilíbrio e a segurança.


Márcia finalmente começou a dar as primeiras pedaladas. Já a Léia saltei minha mão várias vezes. Ela começou a sentir segurança em cima da magrela.

Às 13 horas chegou mais uma aluna, a Cláudia. Mesmo sentindo insegurança ela até que pedalou bem.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Bike Anjo



Faço parte de um grupo de ciclistas que ajudam, voluntariamente, outras pessoas a começarem a pedalar.



Bike Anjos são ciclistas experientes e apaixonados pelo seu meio de transporte que ajudam pessoas que querem aprender a andar de bicicleta na cidade correndo menos riscos.

Fazemos também acompanhamentos e ensinamos as dicas básicas para se tornar um ciclista.



Neste primeiro dia (22 de julho de 2012) eu, Tiago e Guilherme demos as primeiras aulas para Helenice, Léia, Márcia e Celma. Foi uma experiência gratificante. Principalmente ao ver os sorrisos nos rostos de cada uma.



terça-feira, 10 de julho de 2012

Resenha: Pelada do Adson

Dia 06 de julho de 2012, sexta-feira, aconteceu a “pelada do Adson” numa quadra de futebol society no bairro Gameleira. Estiveram presentes Evilmar, Tiago (filho do Evilmar), Ivan, Hugo, Paulo, Adson e eu. E da Rede de Frio Adriano, Leo, entre outros que não me lembro dos nomes.


No último momento, ao sair do serviço, resolvi ir para casa ao invés de ir direto usando o Metrô. Isto porque fiquei pensando na volta. Então passei em casa, montei na minha magrela e parti. Cheguei em casa às 19h05min e saí às 19h15min. O trânsito na Andradas e Teresa Cristina estava engarrafado e pesado. Mas mesmo assim cheguei às 19h45min no local da “pelada”. Alguns peladeiros já estavam na área. Logo depois apareceram Adson, Ivan e Paulo trazendo as carnes para o churrasco: bisteca, lingüiça, carne de boi e frango a passarinho.

Então a “pelada” teve início. Não tenho muita certeza, mas acho que levei todo tipo de drible futebolístico: elástico, lambreta, rabo de arraia, caneta, lençol, chaleira e outros dribles. Eu tinha um dilema: jogar ou não de óculos. Sem os óculos não enxergaria nada. Então resolvi jogar de óculos. Divididas? Há! Não entrei em nenhuma. Eu só pensava numa coisa: proteger meus óculos.

Como todos estavam despreparados, penso eu, aconteceu o que normalmente acontece em peladas: cãibras. E foi um festival de cãibras. O primeiro foi o Hugo. Depois o Ivan. Logo em seguida o Adson. E o Hugo de novo. Só que desta vez foi na outra perna. Eu quase tive uma cãibra. Senti aquela primeira fisgada. Então resolvi não correr tanto atrás da bola. Foi a minha salvação. Tinha que pensar na minha volta, né? Bater um pedal do Gameleira até o Sagrada Família não é mole não!

Depois do futebol, aliás, “pelada”, rolou até uma “sinuquinha”. Eu não sei a que horas eu saí da quadra, mas cheguei em casa às 00h15min. Para uma pessoa que não joga bola, até que me senti um sobrevivente. Mas nos dias seguintes (sábado e domingo) meu corpo parecia estar “moído”.

Que venha a próxima pelada!

domingo, 8 de julho de 2012

O Dossiê de Odessa (1974)

Título original: THE ODESSA FILE

Baseado no livro de Frederick Forsyth

Direção de Ronald Neame

Com Jon Voight e Maximilian Schell


O jornalista Peter Miller (Jon Voight) dirige seu automóvel pelas ruas de Hamburgo, Alemanha, na noite de 22 de novembro de 1963. O rádio está ligado e o noticiário é sobre o assassinato do presidente norte-americano John Kennedy. Ele pára o carro para escutar melhor a notícia. Nesta simples parada aconteceu uma reviravolta em sua vida. Caso não tivesse parado não veria a ambulância e o carro de polícia com suas sirenes tocando. Ele fica curioso e segue os automóveis que param em frente a um prédio. Um senhor havia cometido suicídio. Teve acesso ao diário do senhor Solomon Tauber (Towje Kleiner) e se comoveu com sua história. Solomon fora um sobrevivente de Riga, nome de um campo de concentração nazista. Este campo era chefiado por Eduard Roschmann (Maximilian Schell), o chefe da SS conhecido como "O Açougueiro". Foi um lugar onde Solomon perdera a esposa e que ficara profundamente perturbado com isso. Ao final do diário, Solomon descreve que Roschmann havia se desentendido com um oficial que ganhara a mais honrosa condecoração do III Reich. Roschmann o assassinou pelas costas. E este fato vai influenciar o jornalista Peter Miller tornando obcecado para encontrar "O Açougueiro". Em suas investigações, Miller acaba se deparando com uma organização de nome ODESSA que é a Organização de Formação de Membros da SS criada para dar novas identidades aos oficiais nazistas após o término da Segunda Guerra Mundial. Solomon Tauber havia se suicidado por descobrir que Eduard Roschmann estava vivo, tinha um alto cargo numa empresa e estava com um nome falso. Isto o desiludira por não ter forças para dizer a verdade. E também, por saber que ninguém acreditaria em sua história sem uma prova cabal. Um filme eletrizante, baseado no livro de Frederick Forsyth e com trilha sonora é do excelente Andrew Lloyd Webber.



Curiosidade:
Eduard Roschmann era realmente um criminoso de guerra, que viveu durante muito tempo na América do Sul. A busca por seu paradeiro aumentou consideravelmente após o lançamento do livro de Frederick Forsyth e do filme nele baseado, até ter sido encontrado morto. A sigla Odessa significa "Organisation der ehemaligen SS Angehörigen". Traduzindo, Organização de Formação de Membros da SS.
Fonte: Google