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domingo, 5 de agosto de 2012

RESENHA DO DIA

Neste terceiro dia, 05 de agosto de 2012, compareceram Márcia, Léia, Helenice e Celma. Todas elas se desenvolveram muito bem nas pedaladas. Tivemos que alugar apenas duas bicicletas, pois estava sozinho para continuar os ensinamentos sobre a bicicleta. Os outros colegas não puderam comparecer. Então, revezei com as quatro. Hora, ensinava Léia e Helenice na bicicleta maior (Aro 24) e com a Celma e Márcia na bike menor (Aro 14). Gradativamente saltava minhas mãos e deixava as meninas pedalarem sozinhas. Elas estão ficando cada vez melhores. Enquanto ensinava a Márcia, a Léia pegou a bicicleta e começou a pedalar sozinha. Inspirada neste ato, a Celma resolveu também ir sozinha. E não é que elas conseguiram? Venceram o medo! Pedalaram sozinhas sem o meu apoio. No início, a Celma dava de seis a dez pedaladas e parava. A Léia já disparava na frente e não parava mais! Pois bem! Elas já estão a caminho de aprenderem a pedalar. Márcia e Helenice precisam de mais aulas, pois elas necessitam melhorar o equilíbrio e as pedaladas. Já estão a meio caminho andado para alcançarem Léia e Celma. É isso aí, meninas! Meus parabéns!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Bike Anjos em ação!

Mais uma vez os Bike Anjos apareceram na Pampulha, no dia 29 de julho de 2012, em frente à Loja da Bike Mania para mais um domingo de ensinamentos. Este segundo encontro foi muito proveitoso. Márcia e Léia desenvolveram bastante a coordenação motora, o equilíbrio e a segurança.


Márcia finalmente começou a dar as primeiras pedaladas. Já a Léia saltei minha mão várias vezes. Ela começou a sentir segurança em cima da magrela.

Às 13 horas chegou mais uma aluna, a Cláudia. Mesmo sentindo insegurança ela até que pedalou bem.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Bike Anjo



Faço parte de um grupo de ciclistas que ajudam, voluntariamente, outras pessoas a começarem a pedalar.



Bike Anjos são ciclistas experientes e apaixonados pelo seu meio de transporte que ajudam pessoas que querem aprender a andar de bicicleta na cidade correndo menos riscos.

Fazemos também acompanhamentos e ensinamos as dicas básicas para se tornar um ciclista.



Neste primeiro dia (22 de julho de 2012) eu, Tiago e Guilherme demos as primeiras aulas para Helenice, Léia, Márcia e Celma. Foi uma experiência gratificante. Principalmente ao ver os sorrisos nos rostos de cada uma.



terça-feira, 10 de julho de 2012

Resenha: Pelada do Adson

Dia 06 de julho de 2012, sexta-feira, aconteceu a “pelada do Adson” numa quadra de futebol society no bairro Gameleira. Estiveram presentes Evilmar, Tiago (filho do Evilmar), Ivan, Hugo, Paulo, Adson e eu. E da Rede de Frio Adriano, Leo, entre outros que não me lembro dos nomes.


No último momento, ao sair do serviço, resolvi ir para casa ao invés de ir direto usando o Metrô. Isto porque fiquei pensando na volta. Então passei em casa, montei na minha magrela e parti. Cheguei em casa às 19h05min e saí às 19h15min. O trânsito na Andradas e Teresa Cristina estava engarrafado e pesado. Mas mesmo assim cheguei às 19h45min no local da “pelada”. Alguns peladeiros já estavam na área. Logo depois apareceram Adson, Ivan e Paulo trazendo as carnes para o churrasco: bisteca, lingüiça, carne de boi e frango a passarinho.

Então a “pelada” teve início. Não tenho muita certeza, mas acho que levei todo tipo de drible futebolístico: elástico, lambreta, rabo de arraia, caneta, lençol, chaleira e outros dribles. Eu tinha um dilema: jogar ou não de óculos. Sem os óculos não enxergaria nada. Então resolvi jogar de óculos. Divididas? Há! Não entrei em nenhuma. Eu só pensava numa coisa: proteger meus óculos.

Como todos estavam despreparados, penso eu, aconteceu o que normalmente acontece em peladas: cãibras. E foi um festival de cãibras. O primeiro foi o Hugo. Depois o Ivan. Logo em seguida o Adson. E o Hugo de novo. Só que desta vez foi na outra perna. Eu quase tive uma cãibra. Senti aquela primeira fisgada. Então resolvi não correr tanto atrás da bola. Foi a minha salvação. Tinha que pensar na minha volta, né? Bater um pedal do Gameleira até o Sagrada Família não é mole não!

Depois do futebol, aliás, “pelada”, rolou até uma “sinuquinha”. Eu não sei a que horas eu saí da quadra, mas cheguei em casa às 00h15min. Para uma pessoa que não joga bola, até que me senti um sobrevivente. Mas nos dias seguintes (sábado e domingo) meu corpo parecia estar “moído”.

Que venha a próxima pelada!

domingo, 8 de julho de 2012

O Dossiê de Odessa (1974)

Título original: THE ODESSA FILE

Baseado no livro de Frederick Forsyth

Direção de Ronald Neame

Com Jon Voight e Maximilian Schell


O jornalista Peter Miller (Jon Voight) dirige seu automóvel pelas ruas de Hamburgo, Alemanha, na noite de 22 de novembro de 1963. O rádio está ligado e o noticiário é sobre o assassinato do presidente norte-americano John Kennedy. Ele pára o carro para escutar melhor a notícia. Nesta simples parada aconteceu uma reviravolta em sua vida. Caso não tivesse parado não veria a ambulância e o carro de polícia com suas sirenes tocando. Ele fica curioso e segue os automóveis que param em frente a um prédio. Um senhor havia cometido suicídio. Teve acesso ao diário do senhor Solomon Tauber (Towje Kleiner) e se comoveu com sua história. Solomon fora um sobrevivente de Riga, nome de um campo de concentração nazista. Este campo era chefiado por Eduard Roschmann (Maximilian Schell), o chefe da SS conhecido como "O Açougueiro". Foi um lugar onde Solomon perdera a esposa e que ficara profundamente perturbado com isso. Ao final do diário, Solomon descreve que Roschmann havia se desentendido com um oficial que ganhara a mais honrosa condecoração do III Reich. Roschmann o assassinou pelas costas. E este fato vai influenciar o jornalista Peter Miller tornando obcecado para encontrar "O Açougueiro". Em suas investigações, Miller acaba se deparando com uma organização de nome ODESSA que é a Organização de Formação de Membros da SS criada para dar novas identidades aos oficiais nazistas após o término da Segunda Guerra Mundial. Solomon Tauber havia se suicidado por descobrir que Eduard Roschmann estava vivo, tinha um alto cargo numa empresa e estava com um nome falso. Isto o desiludira por não ter forças para dizer a verdade. E também, por saber que ninguém acreditaria em sua história sem uma prova cabal. Um filme eletrizante, baseado no livro de Frederick Forsyth e com trilha sonora é do excelente Andrew Lloyd Webber.



Curiosidade:
Eduard Roschmann era realmente um criminoso de guerra, que viveu durante muito tempo na América do Sul. A busca por seu paradeiro aumentou consideravelmente após o lançamento do livro de Frederick Forsyth e do filme nele baseado, até ter sido encontrado morto. A sigla Odessa significa "Organisation der ehemaligen SS Angehörigen". Traduzindo, Organização de Formação de Membros da SS.
Fonte: Google













segunda-feira, 25 de junho de 2012

RESENHA – pedal 24 de junho de 2012

Encontramo-nos em frente ao Hospital Socor, na Contorno para mais um giro pela cidade. Apareceram Vinícius Túlio (padrinho), Shaiene, Lúcio, e eu. Seguimos pelo Barro preto, Centro, São Cristóvão. Ficamos esperando por alguns minutos pelo Virgílio em frente ao hospital Belo Horizonte. Nisso, apareceu o Luiz Eugênio. Ele não nos acompanhou, pois estava esperado outro colega.


Luiz estava de bike KONA (nova), atrasou por conta de alguns ajustes de última hora e não pode nos encontrar em frente ao Hospital Socor.

Então seguimos pela Avenida Antônio Carlos até a Pampulha. Passamos pela Avenida Santa Rosa, no Aeroporto da Pampulha.

Eu, numa tosse ferrada, não estava agüentando o frio. E como fez frio neste dia 24 de junho. Dia de São João. O Sol não deu o ar de sua graça. E mesmo assim fomos pedalando contra o vento gélido.

Não contornamos a Lagoa da Pampulha. Antes da Igrejinha entramos à esquerda na rotatória em direção à Avenida Carlos Luz. Passamos em frente a Usiminas. Enquanto subíamos, encontramos com o Luiz Eugênio descendo a toda velocidade com seu colega: estavam indo pra Pampulha. Eles foram também presenciar o campeonato de Paint-ball!

Continuamos nossa pedalada constante, subindo e subindo. Passamos em frente ao Shopping Del Rey até chegarmos na Avenida Pedro II.

Eu estava acompanhando o Virgílio, enquanto Vinícius, Shaiene e Lúcio distanciaram de nós dois. Encontramos-nos com eles após o Elevado Castelo Branco, quando descobrimos que a Shaiene havia levado uma “fechada” de um ônibus. Até quando iremos tomar umas “fechadas” por aí dos motoristas de ônibus? Que dureza!



domingo, 10 de junho de 2012

RESENHA – pedal 03 de junho de 2012



Padrinhos: Vander e Shaiene
Grau de dificuldade: Alto
Percurso: mais ou menos 100 Km de asfalto (sendo mais ou menos 10 Km de estradão)Rumo à: Gruta da Lapinha

Domingo, 03 de junho de 2012, Vander, Shaiene, Marcos, Rafael, Juliana, Elber, Nino, Augusto, Bruno e eu nos encontramos na Praça da Estação às 07 horas. Dava-se início ao pedal rumo a Gruta da Lapinha.

Às 07h45min, saímos da Praça da Estação e entramos logo à direita em direção ao bairro Floresta. Seguimos por uma rua e chegamos à Avenida Cristiano Machado.

E eu, “Lobo” da ALCATÉIA SEM PRESSA, já fui logo fechando o grupo com meu apito. Seguimos pela Cristiano Machado sem transtornos. Passamos pela Estação Vilarinho, Cidade Administrativa e seguimos rumo ao Aeroporto de Confins. Antes de chegar ao Aeroporto, paramos para fazermos um lanche rápido: as guloseimas que trouxemos nas mochilas. E rolou de tudo: barra de cereais, sanduíche, banana seca, castanhas e até pasmem: Azeitonas! Esta iguaria eu nunca vi em um pedal. Coisa inédita. Depois que saímos do Aeroporto seguimos em frente rumo à cidade de Confins. Mas não fomos diretamente até lá. Pegamos o caminho em direção à Gruta da Lapinha. Encaramos algumas subidas até chegar lá. E depois de algumas fotos e poses seguimos nosso rumo. Passamos primeiro do restaurante que fica próximo à gruta e cada um pediu seu prato. Quem pediu “tropeiro” não gostou muito. Eu pedi “espaguete com alho e sal” e estava uma delícia! Nisso começa a chover. Não atrapalhou a pedalada, pois estava fina. Foi uma chuva para refrescar.

Pegamos um estradão duríssimo. Cheio de lombadas, pedras e buracos. O Elber que estava com pneus finos deve ter sofrido.

Não tivemos nenhum pneu furado. Com exceção da corrente do Augusto que arrebentou quando estávamos no centro de Lagoa Santa. E ele consertou tão rápido que quase ninguém percebeu. Isto porque estávamos entretidos com deliciosos picolés de uma sorveteria.

Depois, a volta. Cada subidão...!



Chegamos no Minas Shopping à noite e ascendemos nossos “pisca-piscas” e lanternas. O Elber tinha adiantado porque havia um compromisso. Bruno ficou na Estação Vilarinho. Augusto entrou na Jacuí. Marcos e Shaiene seguiram para o bairro Cidade Nova. Juliana, Nino e Rafael seguiram para o centro. Eu e Vander pegamos a Avenida Silviano Brandão. Eu cheguei em casa às 19 horas. “Pregadaço”!

No mais foi um pedal agradável com muitas risadas e diversão!

Shaiene e Juliana foram duas heroínas. Suportaram todo o percurso. É isso aí, garotas! Meus parabéns!