PEDAL DA ALCATÉIA SEM PRESSA
Padrinho: Javert
Grau de dificuldade:
Baixo (baixíssimo) – “só para desenferrujar os ossos”.
Percurso: mais ou menos 15 Km
Ciclovia/Andradas/Contorno Getúlio Vargas/bairro de Lourdes
Domingo, dia 22 de janeiro de 2012: Maria Flávia me liga às 08h20min e eu ainda no bairro Floresta em direção a Praça Luiz Eugênio Silveira (Escadaria). É o pedal da ALCATÉIA SEM PRESSA estreando o ano de 2012. Bom, pelo menos eu. Não sei se os outros integrantes já estrearam este ano. Eu estreei também a camiseta nova. Enfim, estamos de volta! Já que eram apenas eu e Maria Flávia resolvemos mudar o percurso: nada de ir ao bairro Santa Inês. Seguimos Contorno em direção à Ciclovia. Paramos num posto de gasolina para enchermos nossos pneus. E até assim parecia estar “enferrujado”. Deixei o pneu esvaziar. Motivo: esqueci que o bico da câmara da roda traseira é curto e dificulta o encaixe da mangueira de ar. Mas nada como um frentista atencioso: ajudou-me a puxar o bico mais para fora e assim consegui encher o pneu. Os pneus da bike da Maria Flávia foram mais fáceis de encher. Seguimos pela Avenida Contorno até que a alça da minha mochila se soltou e mais uma parada técnica para consertar a alça. Chegamos na Ciclovia já pensando naquele “cajuzinho” e na primeira padaria que vimos só encontramos “paçoquinha”. Continuamos pela Ciclovia até chegarmos na Andradas. Aí eu fiquei na dúvida: seguir o proposto ou mudar o trajeto? Deixei para Maria Flávia decidir. Mas ela passou a bola pra mim. Acho que estava bastante “enferrujado” e resolvi mudar. Ao invés de seguir pela Andradas até o bairro Santa Inês, viramos à esquerda no Boulevard Shopping e caímos na Contorno novamente. Subimos a Contorno e passamos em frente a um barzinho e encontramos o danado do “cajuzinho”. Entramos na Getúlio Vargas e fomos fazer um Tour pelo Lourdes. Terminamos o pedal às 11h20min e certo de que domingo que vem tem mais.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
2012 motivos
Ano novo: vida nova. O primeiro texto do ano da graça de nosso senhor Jesus Cristo de 2012. Parece algo irreal: ter-se já passados doze anos deste novo milênio. Doze anos! Einstein dizia que a gravidade deforma o tempo e o espaço. Acho que deforma meu cérebro também. Isso me faz lembrar de quando era criança/adolescente: meu pai tinha uma garrafa de uísque de 15 anos. Eu ficava imaginando: 15 anos... A garrafa era mais velha do que eu. E esta idéia martelava minha cabeça. E hoje em dia não martela mais. Passados doze anos desde o ano 2000 já não é tão novidade e surpresa assim.
O novo milênio. E parece que nada mudou. As mesmas notícias, as mesmas tragédias, o mesmo dia a dia. Quando eu tinha 16 anos em 1983, imaginava o ano 2000 como uma vida moderna, uma vida melhor, com naves espaciais, carros voadores, uma sociedade mais civilizada. Quanta ilusão! A violência continua a mesma, as guerras continuam as mesmas. Uma vida melhor para todos no mundo... não aconteceu. Não espero mais por dias melhores.
Bom, então é isso, a vida continua e tento formular 2012 motivos. Motivos são como cartas. Mas não as antigas cartas (pretensas e filosóficas) que costumava escrever. Nem se comparam às cartas que os grandes escritores trocaram entre si durante a história da humanidade. Talvez o tempo deles fosse mais precioso e melhor aproveitado. Hoje em dia, em pleno século XXI, o tempo domina meu modo de pensar. De refletir sobre a vida. Sobre as coisas – sobre o futuro. De pensar a respeito do tempo: este inexorável momento delimitado pelo homem. O tempo marcado – o tempo registrado. E como dizia o filósofo Wittgenstein: “vivemos a formular as mesmas perguntas”. E à medida que o pensamento voa à velocidade da luz tento encontrar 2012 motivos para sorrir.
O novo milênio. E parece que nada mudou. As mesmas notícias, as mesmas tragédias, o mesmo dia a dia. Quando eu tinha 16 anos em 1983, imaginava o ano 2000 como uma vida moderna, uma vida melhor, com naves espaciais, carros voadores, uma sociedade mais civilizada. Quanta ilusão! A violência continua a mesma, as guerras continuam as mesmas. Uma vida melhor para todos no mundo... não aconteceu. Não espero mais por dias melhores.
Bom, então é isso, a vida continua e tento formular 2012 motivos. Motivos são como cartas. Mas não as antigas cartas (pretensas e filosóficas) que costumava escrever. Nem se comparam às cartas que os grandes escritores trocaram entre si durante a história da humanidade. Talvez o tempo deles fosse mais precioso e melhor aproveitado. Hoje em dia, em pleno século XXI, o tempo domina meu modo de pensar. De refletir sobre a vida. Sobre as coisas – sobre o futuro. De pensar a respeito do tempo: este inexorável momento delimitado pelo homem. O tempo marcado – o tempo registrado. E como dizia o filósofo Wittgenstein: “vivemos a formular as mesmas perguntas”. E à medida que o pensamento voa à velocidade da luz tento encontrar 2012 motivos para sorrir.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
O Filme dos Espíritos
Cajazeiras, Paraíba, 1943: Um jagunço espreita um trabalhador por trás de um arbusto. E com seu rifle atira no indefeso.
São Paulo, SP, 2000: Um homem se embriaga com uma garrafa de uísque relembrando momentos passados com sua jovem esposa. Assim começa O Filme dos Espíritos. A trama está focada no professor Bruno (personagem central do filme) que se torna refém das bebidas após a prematura morte da esposa. Nelson Xavier interpreta Levi, um médico responsável por uma casa que ajuda deficientes com paralisia cerebral. Ele acredita que pessoas com deficiência são seres que precisam passar por uma evolução espiritual, como forma de expiação de suas vidas passadas. Levi apresenta a Bruno a doutrina espírita através dO Livro dos Espíritos de Allan Kardec, e este mantém um certo receio até ler as primeiras páginas do livro. A aproximação de Bruno com a palavra mediúnica abre seu coração para o perdão. E após ler o livro e se conscientizar da mensagem, Bruno o entrega a uma senhora que chora sobre o túmulo em um cemitério. Um livro como esperança a muitas pessoas: livro que se passa de mão em mão como redenção a almas desconsoladas no mundo terreno.
Mas nós espectadores nunca estamos satisfeitos. Senti falta de um aprofundamento na questão do aborto e na forma de expiação que os espíritos enfrentam quando quitam “dívidas passadas”. Mesmo assim, não deixa de ser um bom filme para se refletir. E ele cumpre sua meta – alerta os espectadores para a existência de dois mundos – cuja maior missão é levar a mensagem mediúnica: de fazer o bem e disseminar o amor.
E a relação entre a cena inicial em Cajazeiras, na Paraíba e a vida de Bruno só nos é revelada no final da exibição.
O Filme dos Espíritos é inspirado nO Livro dos Espíritos de Allan Kardec, cuja publicação datada de 18 de abril de 1857, contém os “princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ornados por Allan Kardec”.
São Paulo, SP, 2000: Um homem se embriaga com uma garrafa de uísque relembrando momentos passados com sua jovem esposa. Assim começa O Filme dos Espíritos. A trama está focada no professor Bruno (personagem central do filme) que se torna refém das bebidas após a prematura morte da esposa. Nelson Xavier interpreta Levi, um médico responsável por uma casa que ajuda deficientes com paralisia cerebral. Ele acredita que pessoas com deficiência são seres que precisam passar por uma evolução espiritual, como forma de expiação de suas vidas passadas. Levi apresenta a Bruno a doutrina espírita através dO Livro dos Espíritos de Allan Kardec, e este mantém um certo receio até ler as primeiras páginas do livro. A aproximação de Bruno com a palavra mediúnica abre seu coração para o perdão. E após ler o livro e se conscientizar da mensagem, Bruno o entrega a uma senhora que chora sobre o túmulo em um cemitério. Um livro como esperança a muitas pessoas: livro que se passa de mão em mão como redenção a almas desconsoladas no mundo terreno.
Mas nós espectadores nunca estamos satisfeitos. Senti falta de um aprofundamento na questão do aborto e na forma de expiação que os espíritos enfrentam quando quitam “dívidas passadas”. Mesmo assim, não deixa de ser um bom filme para se refletir. E ele cumpre sua meta – alerta os espectadores para a existência de dois mundos – cuja maior missão é levar a mensagem mediúnica: de fazer o bem e disseminar o amor.
E a relação entre a cena inicial em Cajazeiras, na Paraíba e a vida de Bruno só nos é revelada no final da exibição.
O Filme dos Espíritos é inspirado nO Livro dos Espíritos de Allan Kardec, cuja publicação datada de 18 de abril de 1857, contém os “princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ornados por Allan Kardec”.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
CONTÁGIO

Diretor: Steven Soderbergh
Elenco: Matt Damon, Marion Cotillard, Kate Winslet, Gwyneth Paltrow, Jude Law, Laurence Fishburne.
Duração: 106 min.
Ano: 2011
Um filme sobre epidemia virótica e de como o simples cumprimento de mãos espalha uma doença pelos quatro cantos do mundo. Após uma viagem à China, uma funcionária de uma empresa (interpretada por Gwyneth Paltrow) chega em casa com sintomas de uma gripe. Sua saúde piora e ela morre. Seu filho também apresenta os mesmos sintomas e também vem a falecer. O vírus se espalha e autoridades epidemiológicas iniciam as investigações. Diferente de EPIDEMIA (do diretor Wolfgang Petersen, com o ator Dustin Hoffman), CONTÁGIO nos apresenta um vírus que não foi criado ou manipulado pela mão do homem. Em EPIDEMIA o vírus era guardado a “sete chaves” pelos militares. Em CONTÁGIO o vírus é de origem indiretamente – ou diretamente? – causada pelo homem como podemos perceber nas cenas finais do filme. Mais um trabalho de impacto do diretor Steven Soderbergh, que também dirigiu Sexo, Mentiras e Videotape (1989), Traffic (2000) e Erin Brockovich (2000).
Elenco: Matt Damon, Marion Cotillard, Kate Winslet, Gwyneth Paltrow, Jude Law, Laurence Fishburne.
Duração: 106 min.
Ano: 2011
Um filme sobre epidemia virótica e de como o simples cumprimento de mãos espalha uma doença pelos quatro cantos do mundo. Após uma viagem à China, uma funcionária de uma empresa (interpretada por Gwyneth Paltrow) chega em casa com sintomas de uma gripe. Sua saúde piora e ela morre. Seu filho também apresenta os mesmos sintomas e também vem a falecer. O vírus se espalha e autoridades epidemiológicas iniciam as investigações. Diferente de EPIDEMIA (do diretor Wolfgang Petersen, com o ator Dustin Hoffman), CONTÁGIO nos apresenta um vírus que não foi criado ou manipulado pela mão do homem. Em EPIDEMIA o vírus era guardado a “sete chaves” pelos militares. Em CONTÁGIO o vírus é de origem indiretamente – ou diretamente? – causada pelo homem como podemos perceber nas cenas finais do filme. Mais um trabalho de impacto do diretor Steven Soderbergh, que também dirigiu Sexo, Mentiras e Videotape (1989), Traffic (2000) e Erin Brockovich (2000).
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
RESENHA DO DIA
RESENHA DO DIA
Padrinho: Javert
Grau de dificuldade: Baixo (baixíssimo)
Percurso: mais ou menos 15 Km
Barro Preto/Santa Teresa
Domingo, dia 04 de dezembro de 2011: às 08h48min já me encontrava na Praça Luiz Eugênio Silveira (Escadaria) para mais um pedal da ALCATÉIA SEM PRESSA. Fiquei por lá até às 09h15min e como não apareceu ninguém segui meu rumo. Trilhei a Contorno até o Pátio Savassi de encontro à ciclovia. Ao terminá-la segui a Contorno em direção ao bairro Santa Teresa. Passando pela praça principal carreguei minha garrafa de água e fiquei observando se por acaso havia algum lobo desgarrado ou loba indecisa. Não encontrei nem um nem outra. Então segui meu caminho e como não havia ninguém comigo voltei pra casa.
Este foi meu último pedal de domingo neste ano de 2011.
Padrinho: Javert
Grau de dificuldade: Baixo (baixíssimo)
Percurso: mais ou menos 15 Km
Barro Preto/Santa Teresa
Domingo, dia 04 de dezembro de 2011: às 08h48min já me encontrava na Praça Luiz Eugênio Silveira (Escadaria) para mais um pedal da ALCATÉIA SEM PRESSA. Fiquei por lá até às 09h15min e como não apareceu ninguém segui meu rumo. Trilhei a Contorno até o Pátio Savassi de encontro à ciclovia. Ao terminá-la segui a Contorno em direção ao bairro Santa Teresa. Passando pela praça principal carreguei minha garrafa de água e fiquei observando se por acaso havia algum lobo desgarrado ou loba indecisa. Não encontrei nem um nem outra. Então segui meu caminho e como não havia ninguém comigo voltei pra casa.
Este foi meu último pedal de domingo neste ano de 2011.
domingo, 13 de novembro de 2011
PEDAL DIA 13 DE NOVEMBRO
PEDAL DIA 13 DE NOVEMBRO
Padrinho: Javert
Grau de dificuldade: Baixo (baixíssimo)
Percurso: mais ou menos 20 Km
Centro de BH e adjacências
Domingo, dia 13 de novembro de 2011, nos encontramos na Praça Luiz Eugênio Silveira (Escadaria) para mais um pedal da ALCATÉIA SEM PRESSA. Estiveram presentes: Maria Flávia, Fran, Fátima, Carlos Plácido, Javert e Welington. Pela primeira vez fui “padrinho” de um pedal – normalmente eu que fecho a turma de ciclistas. Meu colega Welington é estreante em pedais e neste domingo experimentou a ALCATÉIA SEM PRESSA.
Com saída tradicional às 09 horas, seguimos pela Avenida do Contorno até a Rua Lavras. Subindo uma rua aqui e outra ali até chegarmos à Avenida Nossa Senhora do Carmo. Atravessamos e subimos a Avenida Uruguai. Fomos até a Avenida Bandeirantes e abastecemos nossas garrafinhas com água. Seguimos pela Bandeirantes – que fica fechada para automóveis aos domingos – até a Avenida Afonso Pena. A Bandeirantes estava repleta de pessoas caminhando, crianças com seus patins e suas bicicletas se divertindo numa manhã de domingo.
Chegando na Avenida Afonso Pena contornamos a Praça da Bandeira e seguimos para Estevão Pinto até a Contorno. Perto do Batalhão da Polícia Militar paramos num posto de combustíveis para o Carlos Plácido e a Maria Flávia calibrarem seus pneus. Continuando pela Contorno seguimos para o bairro Floresta. Na Rua Curvelo paramos em uma padaria para um lanchinho básico: comer paçoquinha! O Welington estava com fome e pediu um pastel de queijo. Foi nessa padaria que o Carlos Plácido abortou.
Já que estávamos naquele bairro liguei para minha tia Helena e a avisei que estávamos passando perto de sua casa. E assim nos encontramos na Rua Itajubá esquina com Avenida Contorno. Minha tia ficou muito feliz em me encontrar e também em conhecer as “lobas” e os “lobos” da ALCATÉIA SEM PRESSA. E depois de um rápido papo e de tirar algumas fotos, descemos a Contorno em direção ao viaduto da Floresta. Entramos à esquerda na Andradas e seguimos em direção à Rua Paracatu.
E depois de deixar a Fran em sua casa, terminamos o passeio na Praça Raul Soares. Maria Flávia e Fátima seguiram para a esquerda. Eu e Welington seguimos pela direita.
Obrigado a todos pelo passeio maravilhoso: sem quedas, sem pneu furado e todo mundo obedecendo as regras de trânsito!
Padrinho: Javert
Grau de dificuldade: Baixo (baixíssimo)
Percurso: mais ou menos 20 Km
Centro de BH e adjacências
Domingo, dia 13 de novembro de 2011, nos encontramos na Praça Luiz Eugênio Silveira (Escadaria) para mais um pedal da ALCATÉIA SEM PRESSA. Estiveram presentes: Maria Flávia, Fran, Fátima, Carlos Plácido, Javert e Welington. Pela primeira vez fui “padrinho” de um pedal – normalmente eu que fecho a turma de ciclistas. Meu colega Welington é estreante em pedais e neste domingo experimentou a ALCATÉIA SEM PRESSA.
Com saída tradicional às 09 horas, seguimos pela Avenida do Contorno até a Rua Lavras. Subindo uma rua aqui e outra ali até chegarmos à Avenida Nossa Senhora do Carmo. Atravessamos e subimos a Avenida Uruguai. Fomos até a Avenida Bandeirantes e abastecemos nossas garrafinhas com água. Seguimos pela Bandeirantes – que fica fechada para automóveis aos domingos – até a Avenida Afonso Pena. A Bandeirantes estava repleta de pessoas caminhando, crianças com seus patins e suas bicicletas se divertindo numa manhã de domingo.
Chegando na Avenida Afonso Pena contornamos a Praça da Bandeira e seguimos para Estevão Pinto até a Contorno. Perto do Batalhão da Polícia Militar paramos num posto de combustíveis para o Carlos Plácido e a Maria Flávia calibrarem seus pneus. Continuando pela Contorno seguimos para o bairro Floresta. Na Rua Curvelo paramos em uma padaria para um lanchinho básico: comer paçoquinha! O Welington estava com fome e pediu um pastel de queijo. Foi nessa padaria que o Carlos Plácido abortou.
Já que estávamos naquele bairro liguei para minha tia Helena e a avisei que estávamos passando perto de sua casa. E assim nos encontramos na Rua Itajubá esquina com Avenida Contorno. Minha tia ficou muito feliz em me encontrar e também em conhecer as “lobas” e os “lobos” da ALCATÉIA SEM PRESSA. E depois de um rápido papo e de tirar algumas fotos, descemos a Contorno em direção ao viaduto da Floresta. Entramos à esquerda na Andradas e seguimos em direção à Rua Paracatu.
E depois de deixar a Fran em sua casa, terminamos o passeio na Praça Raul Soares. Maria Flávia e Fátima seguiram para a esquerda. Eu e Welington seguimos pela direita.
Obrigado a todos pelo passeio maravilhoso: sem quedas, sem pneu furado e todo mundo obedecendo as regras de trânsito!
domingo, 30 de outubro de 2011
DANDO UMA DE ECONOMISTA

Sidney, Bombaim, Cingapura, Hong Kong. Cidades asiáticas. Estes grandes centros urbanos estão construindo Torres (gigantescos arranha-céus) para poderem abarcar a pujança de suas economias. Um crescimento vertical. Prédios sem limites até o topo das nuvens. Suas economias estão “bombando” mesmo em tempos de crise. Elas estão a galope de cavalo, ou melhor, de corcéis voadores. Austrália e Índia vão instalar o sistema 3G de telefonia e internet em todo o país para o mais pobre de seu habitante ter acesso “on line”. A pobreza continuará, mas o acesso à telefonia e à internet não. A China continua no seu ritmo acelerado de crescimento de 10% ao ano. A Índia deverá crescer 9% em 2011. O tigre indiano afia suas garras. Quer dominar o mercado asiático e assim, suplantar o poderio chinês. O dragão chinês caminha a passos largos rumo ao futuro. Incerto, diria. O canguru australiano também dá seus pulos. Com suas reservas de minério de ferro exportando para China e Índia, também pretende entrar no mercado avassalador.
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