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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

RESENHA DO DIA

RESENHA DO DIA

Padrinho: Javert
Grau de dificuldade: Baixo (baixíssimo)
Percurso: mais ou menos 15 Km
Barro Preto/Santa Teresa

Domingo, dia 04 de dezembro de 2011: às 08h48min já me encontrava na Praça Luiz Eugênio Silveira (Escadaria) para mais um pedal da ALCATÉIA SEM PRESSA. Fiquei por lá até às 09h15min e como não apareceu ninguém segui meu rumo. Trilhei a Contorno até o Pátio Savassi de encontro à ciclovia. Ao terminá-la segui a Contorno em direção ao bairro Santa Teresa. Passando pela praça principal carreguei minha garrafa de água e fiquei observando se por acaso havia algum lobo desgarrado ou loba indecisa. Não encontrei nem um nem outra. Então segui meu caminho e como não havia ninguém comigo voltei pra casa.

Este foi meu último pedal de domingo neste ano de 2011.

domingo, 13 de novembro de 2011

PEDAL DIA 13 DE NOVEMBRO



PEDAL DIA 13 DE NOVEMBRO

Padrinho: Javert
Grau de dificuldade: Baixo (baixíssimo)
Percurso: mais ou menos 20 Km
Centro de BH e adjacências

Domingo, dia 13 de novembro de 2011, nos encontramos na Praça Luiz Eugênio Silveira (Escadaria) para mais um pedal da ALCATÉIA SEM PRESSA. Estiveram presentes: Maria Flávia, Fran, Fátima, Carlos Plácido, Javert e Welington. Pela primeira vez fui “padrinho” de um pedal – normalmente eu que fecho a turma de ciclistas. Meu colega Welington é estreante em pedais e neste domingo experimentou a ALCATÉIA SEM PRESSA.
Com saída tradicional às 09 horas, seguimos pela Avenida do Contorno até a Rua Lavras. Subindo uma rua aqui e outra ali até chegarmos à Avenida Nossa Senhora do Carmo. Atravessamos e subimos a Avenida Uruguai. Fomos até a Avenida Bandeirantes e abastecemos nossas garrafinhas com água. Seguimos pela Bandeirantes – que fica fechada para automóveis aos domingos – até a Avenida Afonso Pena. A Bandeirantes estava repleta de pessoas caminhando, crianças com seus patins e suas bicicletas se divertindo numa manhã de domingo.
Chegando na Avenida Afonso Pena contornamos a Praça da Bandeira e seguimos para Estevão Pinto até a Contorno. Perto do Batalhão da Polícia Militar paramos num posto de combustíveis para o Carlos Plácido e a Maria Flávia calibrarem seus pneus. Continuando pela Contorno seguimos para o bairro Floresta. Na Rua Curvelo paramos em uma padaria para um lanchinho básico: comer paçoquinha! O Welington estava com fome e pediu um pastel de queijo. Foi nessa padaria que o Carlos Plácido abortou.
Já que estávamos naquele bairro liguei para minha tia Helena e a avisei que estávamos passando perto de sua casa. E assim nos encontramos na Rua Itajubá esquina com Avenida Contorno. Minha tia ficou muito feliz em me encontrar e também em conhecer as “lobas” e os “lobos” da ALCATÉIA SEM PRESSA. E depois de um rápido papo e de tirar algumas fotos, descemos a Contorno em direção ao viaduto da Floresta. Entramos à esquerda na Andradas e seguimos em direção à Rua Paracatu.
E depois de deixar a Fran em sua casa, terminamos o passeio na Praça Raul Soares. Maria Flávia e Fátima seguiram para a esquerda. Eu e Welington seguimos pela direita.
Obrigado a todos pelo passeio maravilhoso: sem quedas, sem pneu furado e todo mundo obedecendo as regras de trânsito!

domingo, 30 de outubro de 2011

DANDO UMA DE ECONOMISTA



Sidney, Bombaim, Cingapura, Hong Kong. Cidades asiáticas. Estes grandes centros urbanos estão construindo Torres (gigantescos arranha-céus) para poderem abarcar a pujança de suas economias. Um crescimento vertical. Prédios sem limites até o topo das nuvens. Suas economias estão “bombando” mesmo em tempos de crise. Elas estão a galope de cavalo, ou melhor, de corcéis voadores. Austrália e Índia vão instalar o sistema 3G de telefonia e internet em todo o país para o mais pobre de seu habitante ter acesso “on line”. A pobreza continuará, mas o acesso à telefonia e à internet não. A China continua no seu ritmo acelerado de crescimento de 10% ao ano. A Índia deverá crescer 9% em 2011. O tigre indiano afia suas garras. Quer dominar o mercado asiático e assim, suplantar o poderio chinês. O dragão chinês caminha a passos largos rumo ao futuro. Incerto, diria. O canguru australiano também dá seus pulos. Com suas reservas de minério de ferro exportando para China e Índia, também pretende entrar no mercado avassalador.

sábado, 29 de outubro de 2011

Lanterna Verde



Lanterna Verde
Direção: Martin Campbell
Elenco: Ryan Reynolds, Blake Lively, Tim Robbins, Peter Sarsgaard, Mark Strong, Angela Bassett, Michael Clarke Duncan.
Duração: 114 min
Gênero: Ação


Baseado nas histórias em quadrinhos, os Lanternas Verdes são guardiões de uma tropa de seres da galáxia. Eles são protetores da paz e da justiça. Existem Lanternas Verdes de variados planetas e são alienígenas de todos os tipos. Estes seres possuem um anel esverdeado que lhe conferem poderes para materializarem qualquer tipo de objeto. A cor verde do anel simboliza a “vontade” de cada ser. Em uma batalha eles podem materializar, através do pensamento, armas, escudos, e todo tipo de arsenal necessário para combater o inimigo.
Neste filme, os Lanternas Verdes precisam enfrentar um poderoso inimigo, Parallax, cuja maior força é se alimentar do medo dos seres vivos. Parallax vem consumindo seres e planetas por todo Universo. E por isso, a Tropa dos Lanternas Verdes é designada para combater este mal. Um dos Lanternas Verdes, Abin-Sur, entra em combate mortal com Parallax. Abin-Sur morre e seu anel procura outro ser no Universo capaz de ter coragem para merecê-lo. E o anel escolhe um humano do planeta Terra. Hal Jordan, um piloto jatos supersônicos, recebe o anel místico e fica na incumbência de salvar seu planeta do terrível Parallax.
O filme em “3D” dá uma dimensão espacial ao espectador. Principalmente nas cenas de naves e seres espaciais singrando o Universo. As estrelas e planetas parecem realmente vagarem pelo espaço sideral. Um efeito espetacular.

domingo, 2 de outubro de 2011

Quebra-cabeça



Minha vida de adolescente era como um quebra-cabeça desmontado: com o passar dos anos as peças se juntaram formando uma figura. Foi como jogar palavras num papel: só que as palavras não ficaram presas no tal papel. A figura desmontou com o tempo: e haja tempo para montá-la de novo!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Caderno Perdido

No ano da graça de 1993 meu amigo Rômulo recebera de sua colega de classe um caderno de poesias para que fosse revisado e comentado. Era tempo de muita correria pelos corredores da Faculdade de Letras da UFMG. Estudantes noturnos que passavam o dia trabalhando e tentavam ficar acordados dentro de sala. E nessa correria toda, o tal caderno ficara perdido entre os achados. Parece que a proprietária do caderno sumira. Não se sabe se prendera a matrícula ou desistira do curso. Um mistério. Impaciente em seus afazeres, Rômulo me entregara o tal caderno contendo poesias datadas entre 1988 a 1992. Fique com este caderno, já que tem paciência e é dado como investigador, disse ele. O tal caderno em questão está comigo desde aquela época. E pertence à Silvânia Márcia Guimarães. Eu ficara pelos corredores perguntando às pessoas se conheciam Silvânia. Era a única maneira de fazê-lo, já que não conseguia alguma informação junto às secretarias da entidade. O tempo foi caminhando e eu voando pelos corredores até me formar. E minha fama de investigador fora pro brejo. Há dezoito anos estou com este caderno. Durante estes anos ficara com vontade de jogá-lo fora. Era um prêmio indesejável de um investigador medíocre. Como um crime sem solução. Mas fico pensando se caso acontecesse comigo. Gostaria muito que alguém devolvesse meu caderno de poesias. Como se fora um tesouro perdido. Não importando a qualidade do texto gostaria que devolvesse. Para depois de comprovar a qualidade e quiçá arremessá-lo às chamas. Enfim, o caderno de poesias ainda está comigo.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

OPERAÇÃO VALQUÍRIA



Direção de Bryan Singer, com Tom Cruise, Kenneth Branagh, Terence Stamp e Tom Wilkinson. O filme conta a história do tenente-coronel Claus von Stauffenberg, que em meados de 1944, arquitetou um plano para matar Adolf Hitler. Stauffenberg servia no exército alemão no norte da África quando numa batalha perdera um dos olhos, a mão direita e dois dedos da mão esquerda. Já saturado com os horrores da guerra, idealizou um dos inúmeros planos, feito por oficiais alemães, para eliminar Hitler e quase o conseguiu. Sabe-se que naquela época oficiais alemães não concordavam com as atitudes de seu líder por discordarem da insistência em ganhar uma guerra perdida e das atrocidades contra os judeus. E o nome do plano era “Operação Valquíria”. Operação Valquíria era uma reserva do exército alemão capaz de mobilizar um contingente (milhares de soldados) em caso de revolta interna se Hitler fosse morto. Ela foi reescrita por Stauffenberg para favorecer a ele e seus conspiradores a tomarem o curso da Alemanha. A operação é uma alusão à música do compositor alemão Richard Wagner que compôs “A cavalgada das Valquírias”. As Valquírias – na antiga mitologia – são donzelas guerreiras que desciam dos céus, montadas em cavalos, acompanhadas de trovões e relâmpagos, para recolher os heróis mortos em batalhas.
Num local conhecido como “Toca do Lobo”, localizado na Prússia Oriental, onde oficiais do alto escalão nazista se encontravam para sigilosas reuniões, Stauffenberg, no dia 20 de julho de 1944, se encarregou pessoalmente de colocar a bomba no bunker – pequena fortaleza de concreto sem janelas e com apenas uma porta – de seu líder. Mas por obra do destino, a reunião foi transferida para uma sala, por causa do calor. E a detonação da bomba numa sala com várias janelas permitiu que o fogo e os estilhaços saíssem. Caso acontecesse dentro do bunker, a pressão seria tamanha que pulverizaria a todos. E mesmo assim, foi considerado um “milagre” Hitler ter saído vivo da explosão, onde foram mortos três oficiais.
Stauffenberg foi um homem que acreditou na eliminação de seu líder como recurso para o término da guerra. Com seu tapa-olho enigmático, Tom Cruise dá vida a este personagem, assim como todo o elenco de atores.