Total de visualizações de página

sábado, 29 de outubro de 2011

Lanterna Verde



Lanterna Verde
Direção: Martin Campbell
Elenco: Ryan Reynolds, Blake Lively, Tim Robbins, Peter Sarsgaard, Mark Strong, Angela Bassett, Michael Clarke Duncan.
Duração: 114 min
Gênero: Ação


Baseado nas histórias em quadrinhos, os Lanternas Verdes são guardiões de uma tropa de seres da galáxia. Eles são protetores da paz e da justiça. Existem Lanternas Verdes de variados planetas e são alienígenas de todos os tipos. Estes seres possuem um anel esverdeado que lhe conferem poderes para materializarem qualquer tipo de objeto. A cor verde do anel simboliza a “vontade” de cada ser. Em uma batalha eles podem materializar, através do pensamento, armas, escudos, e todo tipo de arsenal necessário para combater o inimigo.
Neste filme, os Lanternas Verdes precisam enfrentar um poderoso inimigo, Parallax, cuja maior força é se alimentar do medo dos seres vivos. Parallax vem consumindo seres e planetas por todo Universo. E por isso, a Tropa dos Lanternas Verdes é designada para combater este mal. Um dos Lanternas Verdes, Abin-Sur, entra em combate mortal com Parallax. Abin-Sur morre e seu anel procura outro ser no Universo capaz de ter coragem para merecê-lo. E o anel escolhe um humano do planeta Terra. Hal Jordan, um piloto jatos supersônicos, recebe o anel místico e fica na incumbência de salvar seu planeta do terrível Parallax.
O filme em “3D” dá uma dimensão espacial ao espectador. Principalmente nas cenas de naves e seres espaciais singrando o Universo. As estrelas e planetas parecem realmente vagarem pelo espaço sideral. Um efeito espetacular.

domingo, 2 de outubro de 2011

Quebra-cabeça



Minha vida de adolescente era como um quebra-cabeça desmontado: com o passar dos anos as peças se juntaram formando uma figura. Foi como jogar palavras num papel: só que as palavras não ficaram presas no tal papel. A figura desmontou com o tempo: e haja tempo para montá-la de novo!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Caderno Perdido

No ano da graça de 1993 meu amigo Rômulo recebera de sua colega de classe um caderno de poesias para que fosse revisado e comentado. Era tempo de muita correria pelos corredores da Faculdade de Letras da UFMG. Estudantes noturnos que passavam o dia trabalhando e tentavam ficar acordados dentro de sala. E nessa correria toda, o tal caderno ficara perdido entre os achados. Parece que a proprietária do caderno sumira. Não se sabe se prendera a matrícula ou desistira do curso. Um mistério. Impaciente em seus afazeres, Rômulo me entregara o tal caderno contendo poesias datadas entre 1988 a 1992. Fique com este caderno, já que tem paciência e é dado como investigador, disse ele. O tal caderno em questão está comigo desde aquela época. E pertence à Silvânia Márcia Guimarães. Eu ficara pelos corredores perguntando às pessoas se conheciam Silvânia. Era a única maneira de fazê-lo, já que não conseguia alguma informação junto às secretarias da entidade. O tempo foi caminhando e eu voando pelos corredores até me formar. E minha fama de investigador fora pro brejo. Há dezoito anos estou com este caderno. Durante estes anos ficara com vontade de jogá-lo fora. Era um prêmio indesejável de um investigador medíocre. Como um crime sem solução. Mas fico pensando se caso acontecesse comigo. Gostaria muito que alguém devolvesse meu caderno de poesias. Como se fora um tesouro perdido. Não importando a qualidade do texto gostaria que devolvesse. Para depois de comprovar a qualidade e quiçá arremessá-lo às chamas. Enfim, o caderno de poesias ainda está comigo.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

OPERAÇÃO VALQUÍRIA



Direção de Bryan Singer, com Tom Cruise, Kenneth Branagh, Terence Stamp e Tom Wilkinson. O filme conta a história do tenente-coronel Claus von Stauffenberg, que em meados de 1944, arquitetou um plano para matar Adolf Hitler. Stauffenberg servia no exército alemão no norte da África quando numa batalha perdera um dos olhos, a mão direita e dois dedos da mão esquerda. Já saturado com os horrores da guerra, idealizou um dos inúmeros planos, feito por oficiais alemães, para eliminar Hitler e quase o conseguiu. Sabe-se que naquela época oficiais alemães não concordavam com as atitudes de seu líder por discordarem da insistência em ganhar uma guerra perdida e das atrocidades contra os judeus. E o nome do plano era “Operação Valquíria”. Operação Valquíria era uma reserva do exército alemão capaz de mobilizar um contingente (milhares de soldados) em caso de revolta interna se Hitler fosse morto. Ela foi reescrita por Stauffenberg para favorecer a ele e seus conspiradores a tomarem o curso da Alemanha. A operação é uma alusão à música do compositor alemão Richard Wagner que compôs “A cavalgada das Valquírias”. As Valquírias – na antiga mitologia – são donzelas guerreiras que desciam dos céus, montadas em cavalos, acompanhadas de trovões e relâmpagos, para recolher os heróis mortos em batalhas.
Num local conhecido como “Toca do Lobo”, localizado na Prússia Oriental, onde oficiais do alto escalão nazista se encontravam para sigilosas reuniões, Stauffenberg, no dia 20 de julho de 1944, se encarregou pessoalmente de colocar a bomba no bunker – pequena fortaleza de concreto sem janelas e com apenas uma porta – de seu líder. Mas por obra do destino, a reunião foi transferida para uma sala, por causa do calor. E a detonação da bomba numa sala com várias janelas permitiu que o fogo e os estilhaços saíssem. Caso acontecesse dentro do bunker, a pressão seria tamanha que pulverizaria a todos. E mesmo assim, foi considerado um “milagre” Hitler ter saído vivo da explosão, onde foram mortos três oficiais.
Stauffenberg foi um homem que acreditou na eliminação de seu líder como recurso para o término da guerra. Com seu tapa-olho enigmático, Tom Cruise dá vida a este personagem, assim como todo o elenco de atores.

domingo, 31 de julho de 2011

Deu no Jornal do Metrô



O primeiro dia da permissão do uso de bicicletas no Metrô (22/05) teve saldo positivo nas estações. Na manhã desse domingo, os ciclistas aproveitaram para conferir a estreia do projeto e realizar um roteiro diferente por Belo Horizonte.

O grupo de ciclistas Luiz Eugênio Silveira, Maria Batista Rosa e Javert Denilson Bastos não perdeu tempo e agendou uma manhã turística pelas estações.

Para ler o restante da matéria acesse:
http://www.metrobh.gov.br/v2/final/jornalinterno/acontece/maio/acontece_122.html

terça-feira, 19 de julho de 2011

VISITEM A ESTANTE VIRTUAL





Pessoas raras,
Antes de comprarem livros não deixem de visitar a Estante Virtual um site de compra e venda de livros novos e usados. Eu estou cadastrado neste site. Dêem uma olhada em meu acervo.



É só clicar no link:


www.estantevirtual.com.br/acervo/javert35
Atenciosamente,
Javert – livreiro virtual

sábado, 11 de junho de 2011

Leveza sobre sandálias





O arco impede o passo perfeito. Expulsa o corpo a sobressalto. Nada obstrui o plástico e a borracha de desenvolverem o livre arbítrio. O arco casa com as sandálias num enlace eterno sobre os tacos. Impossível pensar na estranheza dos fatos. Os objetos inatos na suspeita do desaparecimento do ser – daquela que os possuiu. O arco prensado, as sandálias saltitantes – peças centradas no feixe de luz, raptadas de sua proprietária. Subjugados pelo simples fato de serem objetos – de serem descartáveis. Arco em sua infinita grandeza de circunferência, do ato contínuo que beira à perfeição. Imagino a bailarina a girar o bambolê e saltitar com suas sandálias de dedo numa cena em câmara lenta de um filme noir. Naquele dia perfeito para se passear e brincar. Descrevo seu desaparecimento como o último suspiro do ar que respirou. E por fim, arco e sandálias descansam da atividade fútil que guiava suas vidas. Permanecendo assim abandonados à espera das horas.
Miniconto inspirado na obra de Stéphane Vigny “A emoção estética” (L’emotion esthétique) 2009, numa releitura da obra de Waltercio Caldas de 1977.